
Você poderá ver um legado epc Gargalos podem ocorrer ao usar os novos recursos do 5G. Isso pode acontecer porque os sistemas antigos não funcionam bem com a nova tecnologia. Etapas manuais lentas e menos espaço para novas ideias podem tornar sua rede mais lenta. No entanto, algumas operadoras constatam que o EPC legado ainda funciona para elas em certos casos. É importante saber quando o gargalo ocorre e quando não ocorre.
Principais lições
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O EPC legado pode tornar as redes 5G mais lentas ao usar novos recursos como fatiamento de rede e latência ultrabaixa.
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As operadoras devem verificar as necessidades de sua rede antes de migrar para um núcleo 5G. Isso as ajuda a evitar custos e problemas adicionais.
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O 5G não autônomo permite que as operadoras utilizem o EPC legado sem grandes lentidões.
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A transição gradual para o núcleo do 5G permite que as operadoras testem novos serviços. Além disso, mantém a estabilidade da rede e reduz os riscos.
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Monitorar aspectos importantes como latência e tempo de inatividade ajuda os operadores a saberem quando atualizar de sistemas EPC legados.
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O EPC tradicional é adequado para áreas rurais ou para banda larga móvel simples. Esses locais não precisam de recursos avançados.
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Ter tanto o EPC quanto o núcleo 5G durante a transição ajuda os dispositivos antigos e novos a funcionarem juntos, evitando interrupções no serviço.
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Os operadores devem usar soluções nativas da nuvem para tornar suas redes mais flexíveis e capazes de crescer.
Visão geral do EPC legado e do núcleo 5G
O que é um EPC legado?
O EPC legado é o núcleo principal das redes 4G. EPC significa Evolved Packet Core (Núcleo de Pacotes Evoluído). Ele ajuda a gerenciar o tráfego de dados e de voz. O EPC possui componentes como o Serving Gateway (Gateway de Serviço) e a Mobility Management Entity (EME). Esses componentes trabalham em conjunto para mover dados entre dispositivos e a internet. O EPC foi projetado para internet de alta velocidade e conexões simples. O EPC mantém sua rede funcionando sem problemas.
A EPC oferece aos usuários uma conexão estável, mas não lida bem com os novos recursos do 5G.
O papel da EPC no 5G
O EPC é usado nas primeiras redes 5G. As operadoras escolhem o EPC para lançar o 5G rapidamente. O EPC suporta serviços básicos de 5G, como banda larga móvel mais rápida. Você pode usar o EPC para 5G não autônomo (NSA). Nessa configuração, os rádios 5G se conectam à rede principal antiga. Isso ajuda a manter os custos baixos e o serviço estável. O EPC permite executar 4G e 5G na mesma rede principal. No entanto, você enfrentará limitações com recursos avançados do 5G.
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Pontos fortes do EPC |
Pontos fracos do EPC |
|---|---|
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Suporta 5G básico. |
Não é possível ativar o fatiamento de rede. |
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Fácil de gerenciar |
Falta um design nativo da nuvem. |
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Compatível com 4G |
Dificuldades com computação de borda |
O EPC não suporta fatiamento de rede nem latência ultrabaixa. Esses recursos são importantes para os novos serviços 5G. O EPC também apresenta dificuldades com computação de borda e muitos dispositivos. É preciso conhecer essas limitações ao planejar sua rede.
Evolução do núcleo 5G
Você percebe grandes mudanças ao migrar do EPC para o núcleo 5G. O núcleo do 5G utiliza uma arquitetura baseada em serviços.Este design é modular e nativo da nuvem. Você obtém mais flexibilidade e escalabilidadeO núcleo 5G permite que você Criar redes personalizadas por meio de fatiamento.Você pode criar redes virtuais para diferentes usos. O núcleo 5G oferece segurança avançada e alta confiabilidade. Você se beneficia de uma inovação mais rápida porque as funções são divididas em microsserviços.
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O núcleo 5G melhora a eficiência e o desempenho.
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Você pode oferecer suporte a serviços avançados, como computação de borda.
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A transição para o núcleo 5G ajuda você a gerenciar melhor o tráfego.
A migração do EPC para o núcleo 5G é importante. Ela ajuda a desbloquear novos recursos do 5G e a preparar sua rede para o futuro. É preciso planejar essa migração cuidadosamente para evitar gargalos e manter seus serviços em funcionamento.
Fatores de gargalo do EPC legado

Limitações arquitetônicas
Design Monolítico
O sistema EPC legado possui um design monolítico. Todas as funções estão juntas em um único bloco grande. Não é possível alterar uma parte sem alterar as outras. Adicionar novos recursos ou corrigir problemas significa trabalhar em todo o sistema. Isso torna o processo mais lento e as atualizações mais arriscadas. Não é possível dividir o sistema em partes menores, o que dificulta o gerenciamento.
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A arquitetura centralizada causa problemas de roteamento.Os pacotes de dados precisam percorrer caminhos mais longos. Isso torna sua rede mais lenta.
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A sobrecarga de pacotes aumenta. O núcleo da rede lida tanto com tráfego de dados quanto com tráfego de controle. Isso adiciona trabalho extra.
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Se uma parte falhar, toda a rede pode parar. Pontos únicos de falha são arriscados.
Você não consegue escalar ou se adaptar rapidamente. Esses problemas se agravam com os novos serviços 5G. O design monolítico impede que você tenha uma rede flexível.
Falta de suporte nativo da nuvem
O EPC legado não oferece suporte a soluções nativas da nuvem. Você não pode usar ferramentas modernas como contêineres ou microsserviços. Isso torna sua rede menos flexível e mais difícil de gerenciar. Você não pode mover funções ou escalá-las conforme necessário. Não é possível usar automação ou implantação rápida. Etapas manuais causam mais problemas e tempos de resposta mais lentos.
O suporte nativo da nuvem ajuda você a resolver problemas mais rapidamente. Você pode reiniciar apenas a parte que falhou. Sem isso, você enfrenta mais tempo de inatividade e reconstruções mais demoradas. Você perde a oportunidade de ter um monitoramento melhor e atualizações mais fáceis. Ferramentas antigas e processos lentos te mantêm estagnado.
Questões de escalabilidade e flexibilidade
Desafios do crescimento de dispositivos
Mais dispositivos se conectam à sua rede. O EPC legado não foi projetado para tantos dispositivos. Você não consegue escalar com rapidez suficiente. É difícil gerenciar os recursos para todos esses dispositivos. Você precisa de melhor interoperabilidade entre o EPC e o novo núcleo 5G.
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Aprimoramento |
Descrição |
|---|---|
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Possibilidades de ancoragem |
Permitir que dispositivos 4G legados participem do SMF+PGW-C, facilitando as alterações na rede. |
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Conversão de parâmetros |
Converte entre EPC e 5GC, ajudando a gerenciar mais dispositivos. |
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Seleção granular |
Melhorias no MME ajudam a escolher SMF+PGW-C para dispositivos legados, facilitando a migração. |
Você precisa lidar com a conversão e ancoragem de parâmetros. Essas tarefas são mais difíceis com uma arquitetura central 5G deficiente. Os problemas de monitoramento e interoperabilidade aumentam à medida que o número de dispositivos cresce.
Densificação de Rede
O 5G traz densificação de rede. Você adiciona mais células pequenas e sites. O EPC legado não consegue lidar bem com esse crescimento. A arquitetura central 5G inadequada limita a forma como você gerencia novos sites. Você enfrenta mais problemas de interoperabilidade e flexibilidade. Sua rede enfrenta mais problemas à medida que conecta mais lugares e pessoas. Você precisa de soluções nativas da nuvem, mas o EPC não consegue fornecê-las.
Ineficiências operacionais
Gestão manual
Os sistemas EPC tradicionais exigem muita gestão manual. Muitas tarefas precisam ser realizadas manualmente, o que leva a erros e correções lentas. Não é possível automatizar ou usar ferramentas de monitoramento inteligentes. A estabilidade do serviço e o controle de custos tornam-se mais difíceis.
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Ineficiência Operacional |
Descrição |
|---|---|
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Estabilidade de serviço |
É difícil manter o desempenho do serviço estável. com sistemas legados. |
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Controle de Custos Operacionais |
É difícil gerir e reduzir custos com infraestruturas antigas. |
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Gestão da Complexidade |
Problemas decorrentes de conexões complexas com sistemas legados. |
Você não consegue acompanhar a velocidade do 5G. Os problemas de interoperabilidade e monitoramento aumentam. Etapas manuais tornam sua rede mais lenta e menos confiável.
Tempo de inatividade e reconstruções
Os sistemas EPC legados causam mais tempo de inatividade e reconstruções mais demoradas. Você não consegue corrigir problemas rapidamente. Quando algo falha, pode ser necessário reiniciar todo o sistema. Esse tempo de inatividade prejudica o serviço e deixa os usuários insatisfeitos. Você não pode reiniciar apenas a parte com defeito. Problemas de monitoramento e interoperabilidade aumentam nesses momentos. Sua rede enfrenta mais problemas e custos mais altos.
Observação: Operadoras afirmam que os problemas de gargalo em redes EPC legadas pioram à medida que tentam dar suporte a mais recursos e usuários do 5G. Você precisa de soluções nativas da nuvem e flexíveis para resolver esses problemas e manter sua rede robusta.
Incompatibilidade com recursos 5G
A infraestrutura EPC legada não consegue lidar bem com os novos recursos do 5G. Você encontrará problemas ao tentar usar serviços avançados. O núcleo antigo impede que você utilize todo o potencial do 5G. É por isso que o fatiamento de rede, a latência ultrabaixa e a computação de borda não funcionam corretamente.
Divisão de rede
O fatiamento de rede permite criar redes especializadas para diferentes necessidades. O EPC não permite isso. O núcleo é construído como um único bloco grande. Não é possível dividir recursos ou manter o tráfego separado para cada fatia. Isso dificulta o tratamento diferenciado de usuários ou dispositivos. Por exemplo, não é possível criar uma fatia para emergências e outra para vídeos. Sem o fatiamento de rede, não é possível atender às necessidades específicas de muitos setores.
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Não é possível criar fatias privadas para fábricas ou hospitais.
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Não é possível prometer um bom desempenho para cada fatia.
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Não é possível alterar as fatias conforme a demanda aumenta ou diminui.
A EPC envia todo o tráfego pela mesma rota. Isso causa congestionamentos e torna seus serviços mais lentos. Você perde a flexibilidade que o 5G deveria oferecer.
Latência ultrabaixa
O 5G oferece latência ultrabaixa para aplicativos em tempo real. O EPC não consegue fazer isso. O núcleo da rede envia todos os dados por meio de um ponto central, o que adiciona atraso extra. Não é possível encurtar o caminho entre dispositivos e servidores. Aplicativos como cirurgia remota ou carros autônomos precisam de respostas rápidas, e o EPC não consegue fornecer essa velocidade.
Ao usar o EPC, você terá mais atrasos e um serviço menos confiável. O núcleo principal não consegue lidar com dados rápidos e mais dispositivos em 5G. Isso reduz a qualidade para aplicativos importantes.
Você não consegue dar suporte a novas ideias que exigem baixa latência. Sua rede fica para trás, pois as pessoas querem conexões mais rápidas e estáveis.
EdgeComputing
A computação de borda aproxima o processamento de dados dos usuários. O 5G utiliza essa tecnologia para reduzir a latência e aumentar o desempenho. O EPC (Edge Computing Project) não é eficiente nesse quesito. O núcleo da rede central mantém tudo em um único local. Não é possível mover o processamento para a borda. Isso significa que mais tráfego precisa percorrer longas distâncias, resultando em tempos de resposta mais lentos.
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Característica |
Suporte EPC |
Suporte ao núcleo 5G |
|---|---|---|
|
EdgeComputing |
Não |
Sim |
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Fuga local |
Limitada |
completo |
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Escalabilidade rápida |
Não |
Sim |
Não é possível oferecer serviços como câmeras inteligentes ou carros conectados na borda da rede. O EPC torna sua rede menos flexível e mais lenta para responder. Você perde oportunidades de novas receitas e melhores experiências para o usuário.
Cenários de gargalo no 5G
Implantações de Alta Densidade
Os gargalos legados do EPC (Employee Police and Computer) são mais evidentes em locais com grande concentração de dispositivos. Quando muitos dispositivos se conectam, o EPC enfrenta um alto volume de tráfego. Entidade de gerenciamento de mobilidade e controlador SDN Fica muito ocupado. Isso causa perda de pacotes e torna seus serviços mais lentos. O sistema tenta acompanhar, mas não consegue. A maior carga recai sobre o MME. Em configurações SDN-EPC, o controlador SDN é o principal gargalo. Você não consegue distribuir a carga adequadamente pela rede. Isso impede que você ofereça conexões rápidas e confiáveis em áreas de alto tráfego.
Em estádios, centros urbanos ou grandes eventos, é necessário um desempenho robusto. O EPC não consegue lidar com a demanda intensa. O resultado são atrasos e quedas de conexão. Os usuários desejam uma conexão 5G estável, mas os gargalos no EPC dificultam a entrega dessa qualidade.
IoT industrial e URLLC
A IoT industrial e as comunicações ultraconfiáveis de baixa latência exigem muito das redes. Máquinas, sensores e robôs precisam de respostas rápidas. O EPC não consegue fornecer a baixa latência necessária para essas aplicações. O controle e a automação em tempo real enfrentam problemas. Fábricas e redes inteligentes precisam de troca de dados veloz. O EPC não consegue acompanhar a velocidade e a confiabilidade exigidas.
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Não é possível garantir conexões estáveis para dispositivos importantes.
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Atrasos prejudicam a segurança e a produtividade.
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O EPC não consegue ser dimensionado para lidar com milhares de sensores e máquinas.
Você quer usar o 5G para automação industrial, mas os gargalos de EPC (Engenharia, Aquisição e Construção) estão te impedindo. Você perde novas oportunidades de negócios e maior eficiência.
Demandas de fatiamento de rede
O fatiamento de rede permite criar redes virtuais separadas para diferentes necessidades. Você pode oferecer serviços especiais para hospitais, fábricas ou segurança pública. O EPC não oferece suporte ao fatiamento de rede. Não é possível dividir recursos ou separar o tráfego. Isso impede a personalização de serviços para cada usuário ou setor.
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Caso de uso |
Suporte EPC |
Suporte ao núcleo 5G |
|---|---|---|
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Segurança pública |
Não |
Sim |
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Fábrica inteligente |
Não |
Sim |
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Banda Larga Móvel |
Sim |
Sim |
Você quer prometer alto desempenho para cada fatia, mas os gargalos de EPC (equivalente a preço por componente) te impedem. Você não consegue alterar as fatias conforme a demanda muda. Sua rede permanece rígida e não consegue atender às novas necessidades. Você perde flexibilidade e não consegue atender bem às modernas redes 5G.
Lançamento de serviços e cobrança
Você quer lançar novos serviços 5G rapidamente. Também precisa cobrar dos usuários por esses serviços de forma inteligente. A infraestrutura EPC legada dificulta ambas as tarefas. Você enfrenta gargalos porque a antiga rede principal não consegue acompanhar a velocidade e a flexibilidade exigidas pelo 5G.
Por que os sistemas EPC legados atrasam a cobrança e a implementação de serviços?
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A EPC utiliza sistemas de tarifação antigos. Esses sistemas funcionam para planos de dados simples. Eles não são compatíveis com os novos modelos de negócios do 5G. Não é possível cobrar por serviços avançados como fatiamento de rede ou latência ultrabaixa. Assim, perde-se a oportunidade de gerar novas receitas.
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O EPC não consegue lidar com a cobrança em tempo real para muitos dos novos serviços 5G. Você quer cobrar dos usuários por serviços como streaming de vídeo, carros inteligentes ou dispositivos conectados. O sistema antigo não consegue rastrear o uso com rapidez suficiente. Você corre o risco de perder receita ou cometer erros de faturamento.
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Não é possível lançar novos serviços rapidamente. O EPC exige alterações manuais para cada novo serviço. Muitas partes do sistema precisam ser atualizadas manualmente. Isso leva tempo e aumenta a probabilidade de erros.
Observação: Você precisa de carregamento flexível para suportar o 5G. O EPC legado não oferece isso. Você ficará para trás em relação aos concorrentes que usam o 5G Core.
Vejamos alguns exemplos:
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Cenário |
Limitação EPC |
Impacto em você |
|---|---|---|
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Lançamento de serviços de IoT |
Configuração manual para cada tipo de dispositivo |
Implantação lenta, mais erros |
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Oferecendo fatias premium |
Sem suporte para carregamento baseado em fatias. |
Oportunidades de receita perdidas |
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Faturamento em tempo real |
Atrasos no rastreamento de uso |
Faturas incorretas, reclamações |
Você quer oferecer novos serviços como aplicativos para cidades inteligentes, saúde conectada ou redes privadas. O EPC dificulta isso. Não é possível configurar novos planos ou recursos rapidamente. Não é possível testar e lançar serviços em dias. É preciso esperar semanas ou meses.
Você também enfrenta problemas com a qualidade do serviço. O EPC não suporta alterações dinâmicas. Se você quiser atualizar o plano de um usuário ou adicionar um novo recurso, terá que fazer isso manualmente. Isso atrasa o processo e frustra seus clientes.
Dica: Se você quer se manter à frente da concorrência, precisa de uma plataforma central que suporte carregamento automatizado e implantação rápida de serviços. Os sistemas EPC legados não conseguem fazer isso.
Agora você entende por que a infraestrutura EPC legada se torna um gargalo. Ela bloqueia seu caminho para novas receitas e retarda seu crescimento. Você precisa migrar para um núcleo 5G para desbloquear todo o valor dos serviços 5G.
Quando o EPC não é um gargalo
Implantações 5G não autônomas
Você verá que o EPC não se torna um gargalo quando se utilizam implantações 5G não autônomas. Você conecta novos rádios 5G ao EPC existente. Essa configuração permite o lançamento rápido do 5G. Não é necessário construir um novo núcleo imediatamente. Você pode manter sua rede estável e economizar dinheiro. O EPC é usado para suportar serviços 5G básicos. Não são necessários recursos avançados como fatiamento de rede ou latência ultrabaixa. Você evita a complexidade do 5G autônomo. Você não enfrenta as limitações do EPC porque utiliza apenas recursos 5G simples.
Você opta pelo 5G não autônomo quando deseja testar o mercado ou alcançar mais usuários rapidamente. Você não precisa de toda a potência do 5G autônomo. Assim, sua rede permanece simples e confiável.
Uso em escala limitada ou rural
Você não observa gargalos de EPC em áreas rurais ou de pequena escala. Você tem menos usuários e dispositivos. Não precisa de alta capacidade ou recursos avançados de 5G standalone. Você usa EPC para fornecer cobertura básica. Não enfrenta tráfego intenso ou demandas complexas. Mantém os custos da sua rede baixos. Não precisa migrar para 5G standalone imediatamente.
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Você atende pequenas cidades ou regiões remotas.
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Você não precisa de fatiamento de rede nem de computação de borda.
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Você mantém sua rede fácil de gerenciar.
Você evita os desafios do 5G independente. Não precisa se preocupar com escalabilidade ou flexibilidade. Você usa o EPC para atender a necessidades simples.
Banda larga móvel básica
Você não enfrenta gargalos de EPC ao oferecer banda larga móvel básica. Você usa o EPC para fornecer internet rápida. Você não precisa de recursos avançados de 5G autônomo. Você não precisa de latência ultrabaixa ou fatiamento de rede. Você mantém seus serviços simples. Você não precisa dar suporte a aplicativos de IoT industrial ou cidades inteligentes.
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tipo de serviço |
Suporte EPC |
É necessário um 5G independente. |
|---|---|---|
|
Banda Larga Básica |
Sim |
Não |
|
Recursos avançados de 5G |
Não |
Sim |
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Cobertura Rural |
Sim |
Não |
Você utiliza o EPC para fornecer conexões confiáveis. Não precisa migrar para o 5G independente para serviços básicos. Mantém sua rede estável e evita custos extras.
Como você pode ver, o EPC funciona bem para necessidades básicas de 5G. Você não precisa de 5G independente, a menos que deseje recursos avançados ou alta capacidade.
Você entende por que o EPC não é um gargalo nesses casos. Você usa o EPC para 5G não autônomo, em escala limitada, para uso rural e para banda larga móvel básica. Você não precisa migrar para o 5G autônomo até que sua rede cresça ou suas necessidades mudem.
Caminhos de migração gradual
Nem sempre é necessário migrar do EPC para o Core 5G de uma só vez. Muitas operadoras optam por uma migração gradual. Essa abordagem ajuda a evitar gargalos repentinos, mantendo a estabilidade da rede enquanto adicionam novos recursos aos poucos.
Por que a migração gradual funciona? Você pode testar novos serviços 5G sem arriscar toda a sua rede. Você mantém seu EPC existente para serviços básicos. Você migra apenas parte do tráfego ou dos usuários para o novo núcleo 5G. Isso permite que você aprenda e corrija problemas antecipadamente. Você não enfrenta grandes surpresas ou interrupções.
Você pode seguir alguns passos simples para facilitar a migração:
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Avalie suas necessidades
Analise sua rede atual. Decida quais serviços precisam do núcleo 5G. Mantenha o EPC para tarefas simples. Migre serviços avançados, como fatiamento de rede, para o novo núcleo. -
Comece com os serviços não essenciais.
Migre primeiro os serviços menos importantes. Assim, você pode testar e aprender sem prejudicar o negócio principal. Se encontrar problemas, poderá corrigi-los antes de migrar mais usuários. -
Utilizar conectividade dupla
Permita que os dispositivos se conectem tanto à EPC quanto ao Core 5G. Isso oferece flexibilidade, permitindo equilibrar a carga e evitar gargalos. -
Monitorar e ajustar
Monitore sua rede atentamente. Use os dados para identificar possíveis gargalos. Ajuste seu plano de migração conforme obtiver mais informações.
Dica: Não precisa ter pressa. Uma migração lenta e gradual mantém sua rede segura e seus usuários satisfeitos.
Segue uma tabela simples para mostrar por que a migração gradual é benéfica:
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Abordagem de Migração |
Risco de gargalo |
Impacto do serviço |
Flexibilidade |
|---|---|---|---|
|
Tudo de uma vez |
Alto |
Principal |
Baixo |
|
Gradual (Passo a passo) |
Baixo |
Menor |
Alto |
Você perceberá que a migração gradual lhe dá mais controle. Você pode manter sua rede funcionando enquanto adiciona novos recursos do 5G. Não precisa comprar todos os equipamentos novos de uma só vez. Pode distribuir os custos ao longo do tempo.
Você também ajuda sua equipe a adquirir novas habilidades. Eles podem trabalhar tanto com EPC quanto com o núcleo 5G. Isso facilita futuras atualizações. Você evita o estresse de uma grande mudança.
Por que isso é importante? Você quer manter seus usuários satisfeitos. Quer evitar períodos de inatividade. Quer oferecer novos serviços sem comprometer o que já funciona. A migração gradual permite que você faça tudo isso.
Se você atende áreas com necessidades simples, pode manter o EPC por mais tempo. Se quiser experimentar novos recursos do 5G, pode migrar apenas as partes necessárias para o novo núcleo da rede. Essa abordagem oferece o melhor dos dois mundos.
Você não enfrentará gargalos se planejar bem sua migração. Assim, sua rede permanecerá robusta e preparada para o futuro.
Avaliação e Planejamento da Migração

Indicadores Chave de Desempenho
É fundamental saber quando sua configuração atual está causando lentidão. As operadoras analisam indicadores-chave de desempenho para identificar gargalos em infraestruturas de rede legadas. Esses indicadores ajudam a decidir se é necessário migrar para um novo núcleo de rede. É possível monitorar aspectos como latência de rede, tempo de inatividade e reclamações de usuários. Se houver mais chamadas interrompidas ou dados lentos, seu núcleo de rede pode não estar acompanhando as demandas do 5G. As operadoras também verificam a velocidade de lançamento de novos serviços. Se o processo demorar muito, seu núcleo de rede pode estar bloqueando seu crescimento.
Os operadores medem quantos dispositivos se conectam simultaneamente. Se o seu EPC (Ponto de Controle de Energia) apresentar dificuldades com mais usuários, você estará diante de um gargalo. Também é importante ficar atento a altos custos operacionais. Se você gasta mais tempo resolvendo problemas, seu sistema central pode não atender às suas necessidades. Esses sinais demonstram a importância de planejar mudanças.
Dica: Defina metas claras para cada indicador. Se você não as atingir, é hora de pensar em migrar.
Avaliação de Caso de Uso
As operadoras devem questionar os motivos da necessidade de atualização. É preciso analisar os principais casos de uso. Se você oferece apenas banda larga móvel básica, seu EPC pode ser suficiente. Mas se deseja dar suporte a fábricas inteligentes, carros conectados ou segurança pública, precisará de mais recursos em sua infraestrutura principal. As operadoras devem verificar se a configuração atual impede a entrada de novos serviços.
Uma tabela pode ajudar você a entender por que novos casos de uso o levam a migrar:
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Beneficiar |
Descrição |
|---|---|
|
Arquitetura definida por software |
Suporta ambientes dinâmicos e orientados a aplicações, permitindo uma melhor prestação de serviços. |
|
Desagregação |
Permite flexibilidade no projeto da rede, possibilitando que as operadoras otimizem a alocação de funções e dimensionem de forma independente. |
|
Novo suporte de serviço |
Facilita a introdução de novos serviços e aplicativos de forma eficiente, atendendo às demandas da concorrência. |
As operadoras percebem que o 5G traz novas necessidades. Se sua infraestrutura de rede não suportar essas novas demandas, você enfrentará limitações. É fundamental avaliar se sua infraestrutura principal permite o crescimento ou se, na verdade, a limita. Essa etapa ajuda a compreender a importância da migração.
Migração para o núcleo do 5G
As operadoras precisam planejar a migração para um novo núcleo de rede. É importante questionar por que agora é o momento certo. Se o seu EPC (Equipamento de Processamento de Componentes) não for compatível com os recursos do 5G, você corre o risco de ficar para trás. Muitas vezes, as operadoras começam com um projeto piloto. É possível testar o novo núcleo com um pequeno grupo, o que ajuda a identificar problemas precocemente.
Você deve fazer uma lista do que precisa para sua nova infraestrutura principal. Os operadores precisam considerar custos, treinamento e impacto no serviço. Você pode migrar alguns usuários primeiro e depois expandir. Esse planejamento passo a passo mantém sua rede estável. Operadores que planejam bem evitam grandes surpresas.
Observação: A migração não se resume apenas a novas tecnologias. Trata-se de manter-se à frente e atender às necessidades dos usuários. Operadoras que demorarem muito podem perder sua posição no mercado.
Coexistência com sistemas EPC legados
É necessário manter o EPC e o núcleo 5G em execução simultânea durante a migração. Essa abordagem ajuda a evitar interrupções de serviço e mantém seus usuários conectados. Não é possível migrar todos os serviços para o novo núcleo de uma só vez. Muitos dispositivos ainda dependem do EPC, principalmente telefones mais antigos e terminais 4G CSFBSe você desativar o EPC muito cedo, corre o risco de perder a cobertura para esses usuários.
Por que você precisa de coexistência? Você quer dar suporte a dispositivos novos e antigos. Algumas áreas não têm cobertura 5G completa. Quando os usuários saem da área de cobertura NR, seus dispositivos precisam migrar para células LTE. A interoperabilidade entre o núcleo 5G e o EPC torna essas transições suaves. Assim, você mantém as chamadas e as sessões de dados ativas, sem interrupções.
Você também precisa conectar todas as estações base LTE e NR a um núcleo combinado (Combo-core). Este núcleo combinado suporta as funções de núcleo EPC e 5G. Você pode executar serviços convencionais neste núcleo combinado. Essa configuração evita o uso do 5G não autônomo (NSA), que depende do LTE. Assim, você mantém sua rede eficiente e evita etapas adicionais.
Aqui estão alguns motivos pelos quais a coexistência é importante:
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O EPC deve permanecer ativo para dispositivos mais antigos e áreas sem cobertura 5G completa.
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A interoperabilidade permite suportar transições entre 5G e LTE.
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A tecnologia Combo-core conecta LTE e NR, facilitando o gerenciamento.
-
Você pode manter os serviços principais no núcleo combinado (Combo-core) e evitar problemas de fallback.
O roaming nacional também ajuda durante a migração. Você pode permitir que os assinantes usem sua rede principal enquanto se conectam a uma RAN visitada para cobertura de rádio. O tráfego e a sinalização podem ser encaminhados de volta para a rede principal original por meio de interfaces como S8 ou N9. Isso mantém o serviço estável e evita confusão para os usuários.
Uma tabela simples mostra como funciona a coexistência:
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Característica |
Somente EPC |
Somente núcleo 5G |
Coexistência (Combo-core) |
|---|---|---|---|
|
Suporte para dispositivos antigos |
Sim |
Não |
Sim |
|
Suporte ao serviço 5G |
Limitada |
Sim |
Sim |
|
Transições perfeitas |
Não |
Não |
Sim |
|
Migração Fácil |
Não |
Não |
Sim |
Você percebe que a coexistência oferece o melhor dos dois mundos. Você pode dar suporte a todos os usuários, manter os serviços em funcionamento e migrar para o 5G no seu próprio ritmo. Você evita problemas repentinos e mantém sua rede robusta.
Dica: Planeje sua migração considerando a coexistência. Assim, você poderá testar novos recursos, oferecer suporte a todos os dispositivos e manter seus usuários satisfeitos.
Recomendações para Operadores
Gatilhos de migração
Você precisa saber quando migrar do EPC legado para o núcleo 5G. Gatilhos de migração Ajudam você a encontrar o momento certo. Você vê esses gatilhos quando sua rede recebe novas demandas. É preciso permitir que os sistemas antigos e novos funcionem em conjunto. Isso mantém o serviço para dispositivos mais antigos. Você também precisa manter os serviços principais funcionando sem usar o LTE. O objetivo é que sua rede utilize todos os recursos do 5G. Esses gatilhos mostram por que você deve planejar a migração para evitar problemas e obter novos recursos.
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Gatilho para Migração |
Descrição |
|---|---|
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Necessidades de Interoperabilidade |
Necessário para a transição entre o núcleo 5G e o EPC legado, auxiliando dispositivos mais antigos. |
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Apoio aos serviços convencionais |
Garante que o Combo-core possa executar todos os serviços principais sem usar LTE. |
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Evolução das capacidades da rede |
Precisei parar de usar o LTE e usar todos os recursos do 5G. |
Você vê os gatilhos de migração quando sua rede não consegue lidar com as novas demandas de serviço. É preciso agir para eliminar gargalos e gerar receita com o 5G. A migração ajuda você a economizar dinheiro e se preparar para o crescimento.
Estratégias de coexistência
É fundamental manter tanto a infraestrutura EPC legada quanto o núcleo 5G em funcionamento durante a migração. Isso ajuda a evitar interrupções no serviço e a manter os usuários satisfeitos. A integração de redes apresenta desafios complexos. É essencial um bom planejamento para minimizar problemas, manter a estabilidade do serviço e controlar os gastos, evitando movimentos arriscados. Um plano passo a passo garante uma transição segura. Para uma transição tranquila, é necessário contar com profissionais altamente qualificados e a capacidade de trabalhar com diversos fornecedores.
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O foco é manter a estabilidade do serviço e os custos baixos.
-
Evite movimentos arriscados utilizando um plano passo a passo.
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Desenvolva habilidades completas e trabalhe com diversos fornecedores.
Você precisa escolher se mantém ambos os núcleos por segurança ou se os une para melhor aproveitamento. O modelo de Rede Central Multioperadora permite compartilhar redes de rádio, mantendo os núcleos separados. Esse modelo ajuda a gerenciar custos e a qualidade do serviço. É fundamental considerar a experiência do usuário e os custos ao planejar. Agora você entende por que os planos de coexistência são importantes para uma migração segura e redes robustas.
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Participar de redes é difícil e exige bom planejamento Para solucionar problemas de serviço.
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Os operadores devem optar por manter ambos os núcleos por segurança ou uni-los para melhor aproveitamento.
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O modelo de Rede Central Multioperadora (MOCN) permite compartilhar redes de rádio, mas manter os núcleos separados por um período.
Redes preparadas para o futuro
Para se manter à frente da concorrência, você precisa preparar sua rede para o futuro. É necessário escolher o caminho certo para a migração. Cada opção oferece vantagens diferentes. Você pode começar com o 4G LTE como uma base sólida. O NSA EN-DC permite iniciar o 5G rapidamente e usar seu núcleo 4G. O NG-RAN oferece dois núcleos e prepara sua rede para o 5G completo. O SA proporciona o verdadeiro 5G com latência muito baixa, fatiamento de rede e novas formas de gerar receita.
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Opção de Migração |
Descrição |
Benefícios |
|---|---|---|
|
4G LTE (Linha de base) |
Base sólida com núcleo EPC. |
N/D |
|
NSA EN-DC |
Inicialização rápida do 5G com duas conexões (âncora 4G + reforço 5G). |
Inicialização rápida do 5G, utilizando o núcleo do 4G. |
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NG-RAN |
Dois núcleos (EPC + núcleo 5G) preparam você para o 5G completo. |
Núcleos flexíveis, caminho para novos serviços. |
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SA |
Verdadeiro 5G com latência muito baixa, fatiamento de rede, URLLC e mMTC. |
Todas as funcionalidades 5G desbloqueadas (URLLC, mMTC, fatiamento). |
Você deve escolher o caminho de migração que melhor se adapta às suas necessidades e ao seu orçamento. Você entende por que preparar sua rede para o futuro é importante. Você descobre novas maneiras de gerar receita com o 5G. Você controla os gastos e se prepara para novos serviços. Você mantém sua rede robusta e pronta para mudanças. Você precisa planejar o SaaS e novas formas de monetização. Você evita problemas e constrói uma rede que cresce junto com o seu negócio.
Dica: Para obter financiamento para o 5G, controlar os gastos e construir redes robustas, você precisa planejar a migração, a coexistência e a preparação para o futuro. Agora você entende por que essas etapas são importantes para o seu sucesso.
O EPC legado torna o 5G mais lento quando você utiliza recursos avançados. Ele também fica mais lento com muitos dispositivos conectados ou com inicializações rápidas de serviços. Você não verá esse problema em configurações 5G simples ou em áreas rurais. Para corrigir isso, você deve:
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Torne o núcleo do seu pacote virtual e use modelos nativos da nuvem.
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Adicione CUPS para obter mais flexibilidade.
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Comece com 5g NSA e, quando estiver pronto, mude para 5g SA.
Você precisa analisar suas necessidades de rede antes de se mudar. Essa mesa pode te ajudar a decidir:
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Consideração |
Descrição |
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Monitoramento de recursos |
Verifique os recursos disponíveis para usuários antigos e novos. |
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Qualidade de serviço |
Mantenha um serviço 4G estável para clientes em movimento. |
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Alterações arquitetônicas |
Use o CUPS para facilitar a migração. |
A infraestrutura 5G trará novos serviços. fatiamento da redee IoT. Você obterá mais automação e flexibilidade à medida que as redes mudam.
Perguntas frequentes
Por que o EPC legado se torna um gargalo nas redes 5G?
A infraestrutura EPC legada não consegue lidar com os novos recursos do 5G. O sistema antigo não é flexível e não utiliza um design nativo da nuvem. Serviços avançados exigem um núcleo moderno. O fatiamento de rede e a latência ultrabaixa não funcionam bem.
Por que você deveria considerar migrar para o núcleo do 5G?
Ao migrar, você obtém recursos avançados do 5G. A implementação do seu serviço se torna mais rápida. A automação melhora e você oferece suporte a mais dispositivos. A migração ajuda você a se manter competitivo. Você atende às novas demandas dos usuários.
Por que a coexistência entre EPC e o núcleo 5G é importante?
A coexistência permite oferecer suporte a dispositivos antigos e novos. Você evita interrupções de serviço durante a migração. Sua rede permanece estável. Você pode testar novos recursos e migrar usuários gradualmente.
Por que o EPC funciona bem em áreas rurais ou de baixa densidade?
Há menos usuários nesses locais. As necessidades de serviço são simples. A EPC lida com banda larga móvel básica sem gargalos. Você economiza dinheiro e evita atualizações. Você espera até que a demanda cresça.
Por que a migração gradual pode prevenir interrupções na rede?
A migração gradual permite testar novos serviços antecipadamente. Você corrige problemas antes de migrar todos os usuários. Sua rede continua funcionando enquanto você migra os usuários em etapas. Isso reduz os riscos e ajuda sua equipe a aprender.
Por que o EPC tem dificuldades com o fatiamento de rede?
O modelo EPC utiliza uma arquitetura monolítica. Não é possível dividir recursos em fatias. Isso resulta em perda de flexibilidade e impossibilidade de personalizar serviços. Setores como saúde ou manufatura não podem contar com fatias especiais.
Por que os operadores monitoram os principais indicadores de desempenho antes da migração?
As operadoras monitoram a latência, o tempo de inatividade e as reclamações. Esses sinais indicam quando o EPC não consegue acompanhar o ritmo. O monitoramento ajuda você a escolher o momento certo para migrar para o núcleo 5G.
Por que é essencial preparar sua rede para o futuro?
Você se prepara para novos serviços e modelos de negócios. A preparação para o futuro ajuda você a se adaptar às mudanças. Você evita gargalos e mantém sua rede robusta à medida que a tecnologia evolui.