O que o futuro reserva para a indústria de telecomunicações?

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O que o futuro reserva para a indústria de telecomunicações?

Tendências futuras que moldam a indústria das telecomunicações

Comunicações via satélite e empresas de telecomunicações: entrando em uma nova era de cooperação competitiva.

Por décadas, Satélite Os provedores de comunicações via satélite (SATCOM) têm desempenhado um papel crucial na conexão de áreas desconectadas, sejam elas populações remotas, agências governamentais ou empresas dos setores de aviação, marítimo e de mídia. Recentemente, o mercado de órbita terrestre baixa (LEO) tem apresentado um crescimento expressivo, com a entrada de muitos novos participantes, que prometem acesso de alta largura de banda e baixa latência. empresas e consumidores. Empresas como a OneWeb atuam principalmente no mercado B2B e fazem parcerias com empresas tradicionais. operadoras de telefonia móvel para serviços de backhaul, mas também oferecemos serviços diretamente para empresas.

Por outro lado, a Starlink está lançando serviços "direto para celular" em parceria com seus parceiros globais, começando com o serviço de mensagens de texto em 2024, seguido por voz, dados e IoT em 2025. Atualmente, todos os indícios apontam que os provedores de SATCOM e as operadoras de telecomunicações tradicionais complementarão bem a cobertura uns dos outros, integrando-se às redes para permitir a diversificação de casos de uso e, em última análise, fornecer acesso universal às comunicações para consumidores e empresas. Contudo, o mercado poderá sofrer uma mudança ou mesmo uma reformulação se a economia, os preços, o desempenho e a confiabilidade dos serviços de SATCOM atingirem um patamar equivalente ao das operadoras de telecomunicações.

Provedores de serviços adotam um futuro de redes autônomas

À medida que os provedores de serviços de comunicação (CSPs) em todo o mundo buscam gerenciar suas redes com mais eficiência por meio de maior automação e IA/ML, muitos estão de olho no futuro das redes autônomas, conforme proposto pelo projeto Rede Autônoma (AN) da TMF. Este projeto incentiva os CSPs a estabelecerem uma base de referência para seu nível atual de maturidade operacional em determinadas áreas e a definirem um roteiro rumo à verdadeira autonomia operacional.

Prevemos que mais provedores de serviços de comunicação (CSPs) definirão metas públicas com prazos para a maturidade da Rede Autônoma (AN) em suas organizações, muitos buscando a conformidade com o Nível 3 (autonomia baseada em políticas e controle condicional em circuito fechado) e alguns com o Nível 4 (controle em circuito fechado orientado por intenção), além de buscarem parceiros para colaborar nessa jornada. É importante ressaltar, no entanto, que os novos casos de uso do 5G e do 6G e a automação operacional dependerão da capacidade dos CSPs de criar plataformas de rede nativas da nuvem com programabilidade de ponta a ponta.

Plataformas de Rede Programáveis: Sustentando a Exposição das Operadoras e a Monetização do 5G

As iniciativas de exposição das operadoras deram um grande passo em 2023, com o lançamento da Open Gateway Initiative e da CAMARA. APIs para parcerias e demonstrações de casos de uso baseados em APIs. Embora o conceito de padronização de APIs para a comunidade de desenvolvedores seja encorajador, o setor ainda está longe da adoção em larga escala dessas APIs, que impulsionariam produtos e serviços novos e inovadores. No próximo ano, podemos esperar que as estratégias de exposição das operadoras avancem aos poucos, principalmente por meio de provedores de serviços buscando parcerias estratégicas para identificar novos casos de uso e definir novas APIs.

Além disso, o setor continuará a lidar com questões cruciais, incluindo quais devem ser os modelos de monetização de APIs e se um provedor de hospedagem neutro de terceiros é essencial para ampliar a adoção de APIs em todo o setor. No entanto, isso só será possível com a adoção generalizada de redes nativas da nuvem e tecnologias baseadas em nuvem, e a operação de plataformas de rede programáveis ​​nativas da nuvem exigirá investimentos significativos em ferramentas de gerenciamento de dados e análise de rede.

(Fonte: vmblog.com)